sábado, 7 de junho de 2014
Pequetita
Tão pequetita, nos seus moldes e formas muito agradáveis aos meus olhos. Como se olhar pra ela fosse massagear as vistas exalando uma fofura sem igual, semelhante a um botão que está prestes a florir, com abelhas já atentas para colher aquele polem e fabricar o mais puro mel.
Ela nos seus parâmetros, naquela estatura baixa, risonha, como um conjunto completo de fatores que faziam toda aquela fofura prevalecer sobre qualquer estância.
Me pergunto como pode, alguém vir ao mundo tão doce assim, tão cintilante, tão fofa, daquelas pessoas que você olha e enxerga um porque, uma essência, um ar gostoso de se respirar e respirar juntinho, no calor dos abraços.
Posso até estar enganado, mas prefiro acreditar nas coisas que vi, que senti, de estar só aquele pouquinho de tempo agarradinho, falante e serelepe como sempre fico quando vou de encontro com alguém que me empolga tanto a ter experiencias legais, conhecer lugares, fazer coisas diferentes. Sair da rotina chata do dia-a-dia.
Chega o fim, e o medo sobressai, invade todo o ambiente interior de saber se só fui feliz aquele mucadinho de tempo, ou se ainda dá pra ser feliz mais vezes. Porque ir ao seu encontro parece ser sempre mais uma oportunidade de ser feliz. Nem que seja por alguns breves minutinhos.
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