quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Paulo tirando as palavras da minha boca.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.” Carta ao Coríntios, apóstolo Paulo.

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E nessa madrugada eu resolvi explodir... Não há olhos por aqui mesmo...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pra aliviar um pouco da dor

E nesse dia "feliz" só me restaram mais duas, ou três lagrimas... Porque o resto eu engoli e ainda estou com elas presas aqui dentro de mim. Desculpa se minha dor, meu desabafo estraga seu momento feliz, mas não sou eu que dito as regras dos meus sentimentos.

sábado, 20 de outubro de 2012

Só transpondo o pensamento.

Da finalidade próxima
Não escrevo pra ficar bonito, não. Minhas dores não são espetáculos para público aberto. Minhas alegrias não são para serem surradas no sentimento alheio. Mas se elas couberem num silêncio complascente, como cais pra uma alma aqui ou ali ancorar e sentir-se menos só, que seja, e esse lugar fica um pouco mais feliz, que eu escrevo é a pedido da alma, pra ser e tornar mais humana. N.

sábado, 6 de outubro de 2012

Bloco de notas.

Nunca pensei que isso um dia serviria pra alguma coisa, talvez, seria um pecado escrever num papel digital, e seria um pecado maior ainda se deixasse tudo ao vento. Sentados ali no chão frio, que antes fosse meu maior incomodo, permaneço com palavras presas, guardadas, sentimentos como se fossem uma bomba restando um misero centímetro do pavio e então explodir, se libertar. Ela se vestia sem nem imaginar que enquanto isso, eu discorria algumas breves palavras no seu sofá branco, apressado, com medo dela chegar. Não deu tempo. Ela chega, e chega curiosa, quer saber, ver, e eu só quero que sinta, nada mais que isso... Ainda estou aqui do seu lado, encabulado e aflito em achar uma forma pra te dizer, que amo você...