Da finalidade próxima
Não escrevo pra ficar bonito, não. Minhas dores não são espetáculos para público aberto. Minhas alegrias não são para serem surradas no sentimento alheio. Mas se elas couberem num silêncio complascente, como cais pra uma alma aqui ou ali ancorar e sentir-se menos só, que seja, e esse lugar fica um pouco mais feliz, que eu escrevo é a pedido da alma, pra ser e tornar mais humana.
N.
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